Esse espaço é nosso! Foi criado para uma reflexão sobre EAD. Participe!

"O instrumento é, pois, um objeto social, é produto de uma experiência social de trabalho. Por conseguite, o reflexo generalizado das propriedades objetivas dos objetos de trabalho, que cristalizam neles, é também o produto de uma prática individual" (Leontiev, 1989)

sábado, 26 de março de 2011

Coisas de Nossa Gente

UNIVERSIDADE TIRADENTES
Curso de Pós Graduação em Docência e Tutoria em Ensino a Distância

Disciplina: Análises e usos de imagens em Ead
Docente: Giovana Scareli
Discente: Soiana Mara Nascimento de Santana


Coisas de Nossa Gente

Roteiro.
1.    Escolha da Temática.
2.   Escolha do Título.
3.   Seleção de fotos.
4.   Escolha da trilha Musical.
Música: Despedida.
Execução: Grupo Reisado de Marimbondo (Pirambú).
5.   Montagem do vídeo.
6.   Seleção dos efeitos.


Justificativa

A escolha da temática surgiu com o intuito de divulgar um pouco da cultura sergipana que aos poucos está sendo esquecida em detrimento da cultura de massa.  
      Através da seleção de fotos de grupos folclóricos sergipanos busquei expor, um pouco da nossa diversidade cultural, e ao mesmo tempo homenagear esses grupos que vem ao longo dos tempos transmitindo a identidade e os valores da nossa gente, fazendo com que suas crenças e costumes perdurem ao longo dos anos.
Soiana Mara.


quinta-feira, 24 de março de 2011

FULIA NO SERTÃO: O CARNAVAL NOS ANOS 90 NA CIDADE DE NOSSA SENHORA DA GLÓRIA

Roteiro de Filme

UNIVERSIDADE TIRADENTES – UNIT
CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO EM DOCÊNCIA
E TUTORIA DO ENSINO A DISTÂNCIA
DISCIPLINA: ANÁLISE E USO DAS IMAGENS EM EAD

DISCENTES: ANA CRISTINA DE SÁ, BRUNA ADRIANA SILVA SANTOS, CÁCIA VALÉRIA DE REZENDE, CAMILA SILVA SOUSA, IVANCIRA MILITÃO DE BARROS, IVANICE MILITÃO DE BARROS, LUCAS LAMONIER SILVA SANTOS, MARCONDES COSTA DANTAS, ROSIVAL DE OLIVEIRA SOUZA, SHAQUELE SANTOS BARROS.

FULIA NO SERTÃO: O CARNAVAL NOS ANOS 90 NA CIDADE DE NOSSA SENHORA DA GLÓRIA

Descrição
Imagens

Passagem da
Cena

Tempo da Cena

Narração
Banda Sonora

CENA 1

Apresentação do tema
Aleatória

CENA 1

6 MINUTOS
-
Macha de carnaval

CENA 2

Bloco de rua
Aleatória

CENA 2

5 MINUTOS
-
Macha de carnaval

CENA 3

Carroça alegórica
Aleatória

CENA 3

6 MINUTOS
-
Macha de carnaval

CENA 4

Carroça alegórica
Aleatória

CENA 4

6 MINUTOS
-
Macha de carnaval

CENA 5

Carroça alegórica
Aleatória

CENA 5

5 MINUTOS
-
Macha de carnaval
CENA 6
Carroça alegórica
Aleatória

CENA 6

5 MINUTOS
-
Macha de carnaval

CENA 7

Bloco “As Glorianas”
Aleatória

CENA 7

6 MINUTOS
-
Macha de carnaval
CENA 8
Bloco de rua
Aleatória

CENA 8

5 MINUTOS
-
Macha de carnaval
CENA 9
Informações do grupo
Aleatória
CENA 9
6 MINUTOS
-
Macha de carnaval
CENA 10
Instituição
Aleatória
CENA 10
5 MINUTOS
-
Macha de carnaval

OBSERVAÇÕES GERAIS:

  • O vídeo será apresentado no programa Movie Maker;
  • A trilha sonora permanece a mesma em todas as cenas;
  • As transições poderão ser alternadas entre as velocidades média e lenta, a depender da necessidade;


JUSTIFICATIVA

Após selecionarmos as fotografias e discutirmos em que programa faríamos o vídeo, o roteiro do vídeo surgiu gradualmente. 1º organizamos o subtítulo Fulia no Sertão: o carnaval nos anos 90 na cidade de Nossa Senhora da Glória; 2º organizamos a ordem das imagens, a introdução do vídeo e posteriormente tiramos a foto da equipe para acrescentamos no final do vídeo. Objetivando revelar que no passado remoto os glorienses se organizavam para brincar o carnaval, na atualidade não há mais resquícios dessa festividade em Glória, apenas lembranças de personalidades que abrilhantavam as comemorações da cidade.

domingo, 13 de março de 2011

Rainha dos Baixinhos



Quando vasculhei na minha memória as imagens que marcaram a minha infância, encontrei várias relacionadas a essa. Por muito tempo acompanhei os programas da Xuxa, mas o que mais me chamava atenção além das brincadeiras, desenhos e competições exibidos no seu programa, era o seu jeito carinhoso de tratar as pessoas, independente da sua cor, da sua condição física e social. Ela sabia acolher, amar e incentivar, com um sorriso, com uma palavra de animo e motivação.  Engraçado que só depois dessa atividade, percebi a estreita relação que existe entre a minha formação profissional e a minha vivência na infância. Todas essas coisas marcam e ficam no nosso subconsciente, vindo a tona na nossa vida adulta. Hoje sou professora de História e ensino o evangelho a crianças do povoado em que morei na minha infância. Amo ensinar, pois nesse momento tenho não somente a oportunidade de transmitir conhecimentos, mas de amar, sorrir, acolher e incentivar os meus alunos a lutar pelos seus ideais com esforço, disciplina e perseverança.

Shaquele Santos Barros

Fotomontagem de Mussolini feita por Schawinsky


propaganda é uma atividade humana que se faz presente na sociedade desde antiguidade, no entanto, com o passar do tempo ela foi moldando-se aos diferentes anseios da sociedade. A imagem escolhida é uma fotomontagem de Mussolini feita por Schawinsky em 1934. A escolha foi feita com o intuito de mostrar como as imagens podem construir idéias. Uma análise mais aguçada nos permite ver que a blusa usada por Mussolini é formada pela aglomeração de pessoas. De acordo com o contexto histórico podemos visualizar o uso da propaganda como meio de comoção. O autor do cartaz não estava preocupado somente em reproduzir uma mera imagem de Mussolini, e sim uma imagem que pudesse manipular as pessoas, exaltando a figura de Mussolini como um líder capaz de restabelecer a ordem, com condições de solucionar todos os problemas da nação, ao mesmo tempo nos permite compreender como os movimentos fascistas utilizavam a propaganda popular como meio de construção de consenso político, objetivando incutir uma cultura de massa, através dos símbolos e das imagens.
Soiana Mara.

sexta-feira, 11 de março de 2011

O Bibliotecário


Uma das imagens que marcou minha vida no que se refere a formação como professor de língua portuguesa é O Bibliotecário (1566) de Arcimboldo, pois  propõe uma reflexão sobre a leitura. O autor faz um jogo de alegorias de livros com o leitor, traz para dentro do quadro metáforas do mundo do livro. “É a pintura retratando o ato de ler”. Ler, nesse aspecto, é um ato além do significante livro, apresentado no primeiro plano da tela. A missão do Bibliotecário é de guardar os livros, ser responsável pelo tesouro do conhecimento, assim como nós professores somos mediadores do conhecimento tão valioso e que merece uma atenção e uma postura austera como é apresentada na tela. Sou guardião e protetor, educador e educando, com a missão de fazer com que a leitura seja um ato prazeroso e que seu valor permaneça intacto e que todos almejem possuí-la.  
Lucas Lamonier